Arthur Schopenhauer, o observador da vontade humana: “A tristeza que você chama de drama todo dia também pode revelar o seu jeito de sentir fundo o que os outros preferem ignorar”
Lao-Tsé, sábio chinês, já nos cutucava desde o século VI a.C.: “Primeiro diga a si mesmo onde está sua pressa, depois aprenda a caminhar sem brigar com o tempo”
A psicologia sugere que a geração que jantava cereal e voltava para casa no escuro não apenas sobreviveu à falta de cuidado, mas criou um sistema emocional baseado na independência
Epicteto, sábio filósofo estoico e mestre da liberdade interior, desde o século I: “Quando vires um homem livre por dentro, imita-o; quando vires um homem escravo da opinião alheia, examina-te a ti mesmo”
Carl Jung, psicanalista e psiquiatra suíço: “A sombra assusta quando o homem ainda espera que alguém se conheça por ele.”
Donald Winnicott, psicanalista britânico: “Aquele que acolhe suas próprias fragilidades e espera pouco da perfeição dos outros manterá a culpa à distância.”
Sócrates, o mestre do autoconhecimento: “A certeza que você defende todo dia também pode revelar o seu jeito de não aprender sem perceber”
A psicologia sugere que a geração que jantava cereal e voltava para casa no escuro não apenas sobreviveu ao descuido, mas criou um sistema emocional baseado na independência
Albert Camus, o pensador do absurdo: “O vazio que você chama de tédio todo dia também pode revelar o seu jeito de procurar sentido onde ninguém deixou respostas”
Sêneca, filósofo romano, já nos cutucava desde o século I: “Primeiro diga a si mesmo o que merece sua paz, depois abandone o que rouba sua calma”