Carl Jung, psiquiatra suíço: “Aquele que reconhece as próprias sombras e espera pouco da aprovação manterá o ressentimento à distância.”
A história das cidades sempre pareceu ser guiada por dinheiro, tecnologia e instituições, mas um novo estudo sugere que pode existir algo mais básico e poderoso: o simples ato de aproximar pessoas muda toda a rede
Sêneca, filósofo romano: “Aquele que domina os próprios impulsos e espera pouco da sorte manterá a frustração à distância.”
Carl Jung, psiquiatra suíço: “Aquele que reconhece suas sombras e espera pouco da aprovação dos outros manterá o ressentimento à distância.”
Friedrich Nietzsche, filósofo alemão: “Aquele que cria seus próprios valores e deixa de viver pela aprovação dos outros manterá o ressentimento à distância.”
Aristóteles, filósofo macedônio: “A felicidade nasce quando transformamos bons hábitos em modo de vida.”
Viktor Frankl, o psiquiatra do sentido: “O vazio que você carrega todo dia também pode revelar o seu jeito de desistir sem perceber”
Erich Fromm, o pensador da liberdade: “A carência que você carrega todo dia também pode revelar o seu jeito de depender sem perceber”
Sócrates, mestre ateniense do diálogo, já alertava por volta de 400 a.C.: “Quem examina a própria vida antes de apontar falhas alheias aprende a viver com mais equilíbrio.”
Lao-Tsé, o guia taoista: “Não devemos pensar que o mais importante é apressar, mas sim seguir de forma natural.”