Confúcio, filósofo chinês, já nos cutucava desde o século VI a.C.: “Primeiro diga a si mesmo que tipo de pessoa quer ser, depois cuide das atitudes que mostram isso”
A psicologia explica por que pessoas muito inteligentes mudam de opinião na frente dos outros com mais frequência, e não é porque se importam menos em estar certas
Marco Aurélio, sábio imperador romano e mestre da disciplina, desde o século II: “Quando vires um homem paciente, observa-o; quando vires um homem vencido pela pressa, examina-te a ti mesmo”
Confúcio, filósofo chinês e mestre da conduta: “Aquele que controla suas palavras e ignora a provocação alheia encontrará o respeito que os outros procuram a vida inteira.”
Sêneca, o filósofo da serenidade: “A pressa que você cultiva todo dia também pode revelar o seu jeito de fugir sem perceber”
Arthur Schopenhauer, o observador da vontade humana: “A tristeza que você chama de drama todo dia também pode revelar o seu jeito de sentir fundo o que os outros preferem ignorar”
Lao-Tsé, sábio chinês, já nos cutucava desde o século VI a.C.: “Primeiro diga a si mesmo onde está sua pressa, depois aprenda a caminhar sem brigar com o tempo”
A psicologia sugere que a geração que jantava cereal e voltava para casa no escuro não apenas sobreviveu à falta de cuidado, mas criou um sistema emocional baseado na independência
Epicteto, sábio filósofo estoico e mestre da liberdade interior, desde o século I: “Quando vires um homem livre por dentro, imita-o; quando vires um homem escravo da opinião alheia, examina-te a ti mesmo”