Marco Aurélio, imperador e filósofo romano, já alertava por volta de 170 d.C.: “Quem governa os próprios pensamentos antes de reclamar dos outros manterá a perturbação à distância.”
Anna Freud, psicanalista austríaca: “A defesa assusta quando o homem ainda espera que alguém enfrente por ele.”
Arthur Schopenhauer, filósofo alemão: “A vontade assusta quando o homem ainda espera que alguém renuncie por ele.”
Arthur Schopenhauer, filósofo alemão: “Aquele que compreende os próprios desejos e espera pouco do mundo manterá a ilusão à distância.”
Epicteto, grande filósofo estoico, já alertava por volta de 110 d.C.: “Quem cuida apenas do que está sob seu controle manterá a frustração à distância.”
Jean-Paul Sartre, filósofo francês: “Aquele que assume suas escolhas e deixa de culpar os outros manterá a fuga à distância.”
Alfred Adler, o psicólogo da inferioridade: “A insegurança que você carrega todo dia também pode revelar o seu jeito de competir sem perceber”
Marco Aurélio, sábio imperador romano e mestre do estoicismo, já ensinava por volta de 170 d.C.: “Quando vires um homem justo, segue seu exemplo; quando vires um homem perdido, volta o olhar para teus próprios pensamentos.”
Donald Winnicott, psicanalista e pediatra britânico: “A solidão assusta quando o homem ainda espera que alguém amadureça por ele.”
Sigmund Freud, neurologista austríaco: “Aquele que percebe seus desejos e espera pouco da compreensão dos outros manterá a culpa à distância.”
Viktor Frankl, psiquiatra austríaco: “O vazio assusta quando o homem ainda espera que alguém encontre sentido por ele.”
Friedrich Nietzsche, sábio filósofo alemão e mestre da superação, já ensinava em 1887: “Quando vires um homem forte, aprende sua coragem; quando vires um homem ressentido, examina a fraqueza que ainda te prende.”