Immanuel Kant, grande filósofo alemão, já alertava em 1785: “Quem age por dever e não pela aparência manterá a vaidade à distância.”
Baruch Spinoza, grande filósofo holandês, já alertava em 1677: “Quem entende as próprias paixões antes de culpar os outros manterá a servidão à distância.”
Marco Aurélio, o imperador estoico: “A raiva que você carrega todo dia também pode revelar o seu jeito de resistir sem perceber”
Sócrates, grande filósofo grego, já alertava na Antiguidade: “Quem examina a si mesmo antes de julgar os outros manterá a ignorância à distância.”
Viktor Frankl, psiquiatra austríaco: “Aquele que percebe seu vazio e espera pouco da compreensão dos outros manterá o desespero à distância.”
Erich Fromm, psicanalista alemão: “A liberdade assusta quando o homem ainda espera que alguém decida por ele.”
Lao-Tsé, grande filósofo chinês, já alertava por volta do século VI a.C.: “Quem diminui o próprio ego e abandona a vontade de controlar manterá o orgulho à distância.”
Aristóteles, filósofo grego: “Aquele que pratica a virtude todos os dias e espera pouco dos outros transforma caráter em destino.”
Sêneca, o filósofo da serenidade: “A pressa que você carrega todo dia também pode revelar o seu jeito de sofrer sem perceber”
Lao-Tsé, sábio filósofo chinês e mestre do Tao, já ensinava por volta do século VI a.C.: “Quando vires um homem simples, aprende sua leveza; quando vires um homem arrogante, examina teu próprio ego.”
Platão, o sábio filósofo grego, refletiu que a verdadeira pobreza não vem da diminuição das riquezas, mas da multiplicação dos desejos humanos
Viktor Frankl, psiquiatra e neurologista austríaco: “O vazio assusta quando o homem ainda espera que alguém encontre sentido por ele.”