Epicuro, filósofo, ensinou em 300 a.C: “nada é suficiente para quem o suficiente é pouco, e o desejo insaciável vira uma prisão”
Blaise Pascal, filósofo, alertava há anos: “toda a infelicidade dos homens vem de uma única coisa, que é não saberem ficar quietos em um quarto”
Friedrich Nietzsche, grande filósofo, explicava desde 1882: “aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro”
Heráclito, filósofo do fluxo, nos ensinava a não nos amedrontar: “Ninguém pisa no mesmo rio duas vezes, pois o rio não é o mesmo e nem o homem”
Sócrates, o pai da sabedoria, já nos discipulava antes de termos nascido: “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”
Epicteto, sábio que foi escravo, nos ensinava desde a antiguidade: “Não são as coisas que nos perturbam, mas sim a opinião que temos sobre elas”
Sêneca, pensador romano de milênios atrás, já nos avisava a muito tempo: “Apressa-te a viver e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”
Diógenes de Sinope, filósofo cínico, mostrava na prática que menos é mais: “Os deuses precisam de pouco e os que se parecem com eles, de quase nada”
Byung Chul Han, filósofo sul-coreano: “A depressão é a doença de uma sociedade que sofre de positividade excessiva.”
Sêneca, mestre estoico, já dizia sobre a gestão dos dias: “Não é que temos pouco tempo, mas que perdemos muito”
Marco Aurélio, grande imperador, já avisava em suas meditações: “A nossa vida é o que os nossos pensamentos a fazem”