Canais que já transportaram mercadorias, ruas medievais e construções góticas de tijolos ainda definem o centro histórico: a cidade belga que se tornou uma das grandes metrópoles comerciais da Europa durante a Idade Média
A Alemanha construiu em 1901 um “trem voador” sobre um vale sem espaço no chão: e 125 anos depois a ferrovia suspensa de 13,3 km ainda leva mais de 80 mil passageiros por dia
Domos, torres e uma enorme fortaleza diante das montanhas dos Alpes: a cidade austríaca governada durante séculos por príncipes-arcebispos, transformada por arquitetos italianos e ligada para sempre ao nome de Mozart
Minas de ouro e prata, túneis antigos e reservatórios artificiais construídos para movimentar uma indústria inteira: a cidade eslovaca onde surgiu, em 1762, a primeira academia de mineração e silvicultura da Europa
Montanhas que chegam perto de 1.500 metros encontram o mar Adriático ao redor de muralhas, palácios e igrejas românicas: a cidade de Montenegro que cresceu em um porto natural estratégico durante a Idade Média
Canais, torres góticas e ruas que mantêm o desenho da Idade Média: a cidade belga que já foi uma das grandes metrópoles comerciais da Europa e preserva até hoje boa parte de sua paisagem histórica
Considerada o berço da identidade portuguesa, a cidade que foi a primeira capital do país conserva castelo, ruas medievais e construções que ajudam a contar quase mil anos de transformação urbana
Mais de dois mil anos de história sobre uma elevação cercada pelo rio Tejo: a cidade espanhola onde heranças judaicas, cristãs e islâmicas dividem espaço em um dos conjuntos históricos mais preservados da Europa
Um castelo do século XIII, ruas medievais e um rio que contorna o centro histórico: a pequena cidade tcheca que atravessou mais de cinco séculos preservando grande parte de sua arquitetura original
Pinturas rupestres com mais de 25 mil anos e quase 129 mil hectares de cânions e abrigos rochosos: o parque do Piauí que guarda um dos maiores conjuntos arqueológicos das Américas
Azulejos, sobrados coloniais e uma malha de ruas desenhada ainda no século XVII: a capital nordestina fundada pelos franceses, ocupada pelos holandeses e transformada pelos portugueses em uma das cidades históricas mais singulares do Brasil
Vinte igrejas barrocas, conventos, jardins e casarões coloridos espalhados por colinas diante do Atlântico: a cidade pernambucana ligada ao ciclo do açúcar que preserva grande parte de seu traçado urbano do século XVIII