Ruínas dos séculos XVII e XVIII no Sul do Brasil: o sítio de São Miguel das Missões que guarda a estrutura jesuítica mais completa do conjunto reconhecido pela UNESCO
Mais de 156 mil hectares de dunas e lagoas de água doce: o parque maranhense reconhecido pela UNESCO em 2024 que reúne influências da Amazônia, do Cerrado e da Caatinga
Mais de 200 quilômetros de trilhas em plena Mata Atlântica: o parque fluminense de quase 20 mil hectares onde ficam o Dedo de Deus e uma travessia de 30 km entre montanhas
Mais de 400 ilhas se espalham por cerca de 130 quilômetros no Rio Negro: o parque amazônico de mais de 350 mil hectares onde a parte fluvial ocupa cerca de 60% da área protegida
Mais de mil sítios arqueológicos cercados por Caatinga: o parque piauiense de mais de 100 mil hectares reconhecido pela UNESCO por preservar vestígios e pinturas rupestres da ocupação humana nas Américas
Mais de 185 mil hectares de Mata Atlântica e as Cataratas do Iguaçu: o parque paranaense reconhecido como Patrimônio Natural Mundial que, junto ao vizinho argentino, abriga a maior população de onças-pintadas do bioma
De formações geológicas de origem desértica e marinha a nascentes que alimentam o Pantanal: o parque mato-grossense de 32,7 mil hectares protege 10 tipos de vegetação do Cerrado e centenas de espécies
Mais de 240 mil hectares de Cerrado, rochas com mais de 1 bilhão de anos e centenas de nascentes: o parque goiano reconhecido pela UNESCO que preserva cachoeiras, antigos garimpos e espécies ameaçadas
2,25 milhões de hectares de Amazônia cercam o ponto mais alto do Brasil: o parque onde o Pico da Neblina chega a 2.994 metros e é chamado de Yaripo, ou Casa dos Espíritos, pelos Yanomami
O primeiro parque nacional do Brasil reúne Mata Atlântica, campos de altitude e um dos picos mais altos do país: por que Itatiaia continua único após 89 anos
Mais de 100 mil hectares de Caatinga e a maior concentração de sítios arqueológicos conhecida nas Américas: o parque do Piauí reúne mais de mil sítios cadastrados, 204 deles abertos à visitação
Mais de 56 mil hectares, cavernas monumentais e rios subterrâneos: o parque do norte de Minas Gerais que protege o Cânion do Peruaçu entrou para a lista do Patrimônio Mundial em 2025