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O que fazer em Cusco, no Peru, para além do óbvio

Por: oviajante

Cusco é bastante visitada por ser um ponto de partida para a incrível cidade perdida dos incas, Machu Picchu. No entanto, a cidade peruana de pouco mais de 300 mil habitantes tem muito mais para oferecer, como atrações com conteúdo, uma gastronomia deliciosa e um povo que ainda mantém o espírito de conexão com Pachamama –a Mãe Natureza.

A cidade de Cusco é um dos destinos mais visitados da América do Sul

Então aqui vão algumas dicas do que fazer em Cusco (principalmente no centro histórico) para além do que você já sabe ou ouvir falar, junto de alguns passeios clássicos que realmente valem a pena serem feitos. Sempre pensando em gastar pouco e ser muito feliz na viagem.

Atividades e atrações

Planetário

A Via Láctea pela astronomia inca

Foi uma das melhores experiências que tive na cidade. O planetário tem um clima totalmente familiar, e senti que dão um toque de amor no que fazem –e isso faz muita diferença! Eles fazem uma introdução, contando um pouco sobre o céu em geral e explicando como os Inkas o observavam. Para ter ideia, eles viam a Via Láctea ao contrário à nossa visão mais comum, notando o que estava de escuro nela e não as luzes das estrelas em si. Depois disso fazem observação dos planetas na parte de fora do Planetário.

Ingresso: 50 soles [inteiro] e 30 soles [estudantes] – R$ 50 e R$ 30, respectivamente

Coca Museum

Tudo explicado. Era uma folha de coca

Este é um dos museus de Cusco mais interessantes para um “passeio de conteúdo”. Aí você vai descobrir mais sobre a planta sagrada dos incas –a folha de coca– que é muito utilizada nas regiões de altitude do país até os dias de hoje. Aprende sobre seus mitos, histórias, usos, deuses, etc. Ele não está na rota clássica dos museus de Cusco, mas, além de interessante, é super barato, então vale o deslocamento.

Ingresso: 10 soles [inteiro] e 5 soles [estudantes] – R$ 10 e R$ 5, respectivamente

Caminhar no bairro San Blass: existem mil e uma opções para serem vistas e feitas neste bairro, para todos os gostos e os desejos dos viajantes. Lojas de artesanato, hippies com produtos alternativos, lugares de ioga, classes de espanhol, opções diversas de lanches, cafés, crepes, cenas, ‘almuerzos’, padarias, bares para a noite, etc.

O bairro é muito agradável e sempre me senti muito segura caminhando pelas ruas mais solitárias dele. Ao lado fica a Igreja de San Cristobal, que proporciona uma vista liiinda da cidade –é um ponto muito bom para ver a lua cheia nascer. Não deixe de ir no  Mercado Local de San Blass.

Confira a íntegra do texto e outras fotos em  O Viajante

Por Aline Gallo

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Tags: #Mundo