Bolsonaro e Witzel usam o Flamengo como palanque político?

Não é de hoje que o futebol é usado como palanque político no Brasil. A paixão nacional foi utilizada pelos mais diversos governos como uma campo fértil e estratégico de aproximação da população.

Um dos casos mais famosos e que deixa claro a existência dessa relação foi a Copa do Mundo de 1970. Na ocasião, o general e presidente Emílio Médici pegou carona no tricampeonato da seleção brasileira para promover o nacionalismo e outras ideias defendidas pela ditadura.

Com certeza já foi impactado pelo jigle ‘Pra frente Brasil’ e pelos slogans ‘Brasil, ame-o ou deixo-o’ e ‘Ninguém mais segura este país’, não é mesmo? Todos foram usados por Médici na época do título do time de Pelé e Rivellino.

No último sábado, 24, após o Flamengo ter conquistado a Copa Libertadores da América, a cena do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, emocionado se ajoelhando no campo diante do ídolo do time carioca chamou a atenção e dividiu opiniões nas redes sociais por ter, supostamente, trazido à tona a velha prática de misturar política com futebol.

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