Por que o Baixo Augusta é tão amado pelos paulistanos?

Porque lá tem de tudo o tempo todo! Festas, gastronomia, bares, lojinhas, moda...

Por: Redação Comunicar erro

Que o Baixo Augusta é um dos lugares mais amados pelos paulistas não é nenhuma novidade. Mas por quê? Mesmo que você vá várias vezes, sempre tem algo de novo para fazer. Tem todo tipo de rolê, a qualquer hora do dia: gastronomia, festas, bares, cafezinhos, lojas criativas, cabeleireiros, teatros alternativos, arte, Carnaval (sim, o ano todo) e muito mais!

Sempre tem novidades para garimpar nas ruas ao redor da Augusta, abaixo da Paulista, em direção ao centrão. E com este guia maroto, ficou mais encontrar algumas das preciosidades da região. É só vestir aquele look descolado e se jogar na rua!

  • 1. Quero cafééééééé!

    Crédito: divulgação - site oficialLegenda: O Urbe serve cafés, quitutes, cervejas, sucos e chás especiais

    Quem não ama sentar para conversar com os friends e tomar aquele cafezinho delicioso? Bem pertinho da avenida Paulista, há o Urbe (na rua Antônio Carlos, 404), um ambiente super aconchegante, com iluminação agradável, onde é possível experimentar diferentes tipos de grãos de café, coados com várias técnicas (como prensa francesa, aeropress, expresso e infusão.

    Lá também é possível degustar sucos, chás e drinks especias, cervejas artesanais, vinhos e quitutes (sanduíches, bruschetas, saladas, sopas e outros lanchinhos). O Urbe funciona às segundas, das 12h às 23h59; de terça a quinta, das 10h às 23h59; às sextas, das 10h às 2h; aos sábados, das 9h às 2h; e aos domingos, das 9h às 23h30.

    Quase no final da rua Augusta, pertinho da praça Roosevelt, está o PPD – Por Um Punhado de Dólares (na rua Nestor Pestana, 115), um café delicioso, com preço honesto e água do filtro de graça. Eles servem cafés expressos e passados no coador com três variedades de grãos, além de vários quitutes.

    A dica é experimentar o bolinho de aipim com queijo quentinho (que lembra aquela queijadinha deliciosa feita com todo amor e carinho pela vovó) e provar o chá gelado Chapado (com camomila, maracujá, hortelã e mel). O espaço funciona todos os dias, das 10h às 22h.

    Em seu caminho até o PPD, você também encontra na rua Augusta o Soul Café (no nº 1524, loja 6), o Cine Café Fellini (no nº 1470) e o {Sensorial} cervejas, cafés e discos (no nº 1371, loja 114).

  • 2. Tapa no visú

    Legenda: No Circus você encontra profissionais especializados em diferentes tipos de cabelo

    Se o que você procura é mudar o visual, a dica é Circus Hair Augusta (rua Augusta, 1026), um salão super diferentão com ambientação dos circos antigos. O interessante é que o estabelecimento tem profissionais especializados em todos os tipos de cabelo e técnicas, preparados para fazer penteados descoladíssimos femininos e masculinos. O corte custa a partir de R$80.

    Além disso, o espaço recepciona os clientes com um cafezinho e/ou cerveja de graça e, eventualmente, recebe shows e outras atrações culturais. Para a agendar sua sessão de beleza, basta acessar o site.

  • 3. Filar aquela boia e tomar um drink

    O que você deseja comer hoje? A região do Baixo Augusta é um prato cheio para quem quer experimentar todo tipo de gulodice.

    Tem comida árabe no restaurante Tahin (na rua Fernando Albuquerque, 255), espanhola no Sancho Bar y Tapas (na rua Augusta, 1415), massas e carnes na cantina Planeta’s (na rua Martinho Prado, 212), mexicana no Tollocos (rua Augusta, 1524) e na Taquería La Sabrosa (na rua Augusta, 1474), hambúrguer no Paulista Burger & Bar (rua Augusta, 1499), delícias gregas no Athenas (na rua Augusta 1449), cozinha mineira no Segredos de Minas (na rua Bela Cintra, 919), indiana no Gopala (rua Antônio Carlos, 413), pizzas no O Pedaço da Pizza (rua Augusta, 1463), entre várias outras delícias.

    Se você quer só tomar uma cervejinha gelada com o pessoal, existem milhares de botecos ao longo da rua Augusta, como os tradicionais Ibotirama (no nº 1236), Violeta (no nº 1343) e Charm (no nº 1448). Para tomar um drink diferentão por um preço camarada, é só colar no Espaço Fábrica Augusta (no nº 1283).

  • 4. Fexxxtinha

    Crédito: Jessica Dalla Torre - divulgação - site oficialLegenda: O indie rock é a marca oficial do Beco 203

    Nem é preciso dizer que lugar de baladeiro é no Baixo Augusta. Lá tem festa para todos os gostos e bolsos. Se você ainda não decidiu qual estilo de música dançar, é só descer a rua Augusta e parar em uma balada.

    No Selva Club (no nº 501) toca funk, pop e hip hop. Na Blitz Haus (no nº 657), além de dançar até cair no chão ao som de pop, funk e eletrônica, você pode jogar fliperama. O Clube Outs (no nº 486) toca rock, funk, pop, dub e trap e em toda festa tem open bar.

    O Espaço Desmanche (no nº 765) tem a festa de brasilidades Tereza!. Já a especialidade do Beco 203 (609) é o indie rock – embora a casa também tenha pop e pancadão. E no Mono Club (no 480), com festas sempre open bar, tem pop dos anos 1990, hip hop, funk e eletrônica.

  • 5. Com a cara na pipoca

    Falou em sessão pipoca, falou em Baixo Augusta. O Espaço Itaú de Cinema domina a região com filmes mais alternativos nas duas sedes da rua Augusta (nos números 1470 e 1475) e mais comerciais nas salas do Shopping Frei Caneca (na rua Frei Caneca, 569).

  • 6. Teatro para todxs

    Está afim de uma reflexão profunda sobre temas humanos ou sobre a nossa situação política turbulenta? Então, os vários teatros alternativos do Baixo Augusta podem ajudar a abrir a sua cabeça.

    Comandado pelo conceituado dramaturgo Mário Bortolotto, o Teatro do Cemitério de Automóveis (na rua Frei Caneca, 384) tem peças mais inspiradas na literatura marginal, além de shows de bandas independentes.

    Se a ideia é dar boas risadas, você procura o Teatro COMMUNE (na rua da Consolação, 1218). Na praça Roosevelt, a grande pedida são os teatros da Cia. Os Satyros (nos números 214 e 134), o Espaço dos Parlapatões (no nº 158) e a SP Escola de Teatro (no nº 210).

  • 7. Para comprar presentinhos

    Sabe aquele look, óculos de sol ou acessório descolados que você viu alguém usando na rua? São grandes as chances de esses artigos terem vindo de alguma das várias galerias ou lojas coletivas da rua Augusta. Entre as mais famosas delas estão a Endossa (no nº 1372), a De Tudo um Pouco (no nº 1408), a Galeria Ouro Velho (no nº 1371), a Fábrica Augusta (no nº 1283) e a Galeria Augusta Shops (no nº 1524).

  • 8. Para curtir ao ar livre

    Crédito: Marcelo Paixão e Flávio Oota - I Hate FlashLegenda: A Praça Roosevelt é um dos pontos mais festejados no Baixo Augusta

    Para andar de skate, bike ou patins, ou simplesmente sentar para conversar ao ar livre, a dica é a praça Roosevelt. O espaço tem uma área exclusiva para skatistas e costuma receber vários eventos ao ar livre, como a Satyrianas (um festival de teatro organizado pela Cia. Os Satyros), batalhas de hip hop, blocos carnavalescos, a festa junina da Paróquia da Consolação, entre outros.

    Além dos teatros, ao redor da praça há vários bares descolados, como o Lekitsch (no nº 142) e o PPP – Papo, Pinga e Petisco (no nº 118).

  • 9. Carnaval o ano todo!

    Se você é daquelxs que esperam o ano inteiro pelo próximo Carnaval, não deixe de conhecer a Casa do Baixo Augusta (na rua Rêgo Freitas, 553). Além de ser a sede da associação responsável pelo bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, que desfila em SP desde 2009, o espaço tem uma intensa programação de cursos, debates, oficinas e palestras ligados a economia criativa, tecnologia, artes cênicas, performances, shows, rodas de samba e ações relacionadas ao Carnaval.

    Já passaram pela casa nomes como Caetano Veloso, Tatá Aeroplano, Wilson Simoninha e DJ KL Jay. Além disso, o local costuma receber lançamentos de livros, festas consagradas na cidade, como a VENGA, VENGA, vários outros bloquinhos e até já sediou o Slam das Minas – SP.

    São 400 m² dedicados à celebração da diversidade, distribuídos em dois andares. No térreo, fica o espaço de eventos, com palco, arquibancada e bar. Já no primeiro andar estão as salas de aula e os espaços para cursos e oficinas. Toda a programação tem o objetivo de levantar algumas bandeiras, como a criação de uma cidade mais humana por meio da ocupação do espaço público.