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Cine África: assista grandes filmes africanos online e de graça

Mostra virtual reúne produções contemporâneas de mais de seis países do continente 🎬

Por: Redação
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Até 22 de março de 2021

Todos os dias

Cada filme fica disponível por 72h a partir da estreia (confira a programação)

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Chegou a hora de mergulhar no cinema africano sem sair de casa! Entre os dias 12 e 22 de março acontece uma nova edição do Cine África – desta vez em parceria com o Cineclube Mário Gusmão.

Softie
Crédito: Reprodução“Softie” foi um dos filmes mais celebrados em festivais internacionais em 2020

Organizado pela Mostra de Cinemas Africanos, o evento é gratuito e disponibiliza dezenas de títulos, entre longas e curtas-metragens. E o público assiste a tudo na plataforma Spcine Play. Atenção: as estreias acontecem sempre às 19h, incluindo as dos programas de curtas. Tudo fica disponível por 72 horas, mas os longas têm limite de visualizações.

Para mostrar uma visão diversa do continente, a curadoria de Ana Camila Esteves e Beatriz Leal Riesco contemplou filmes de países como Quênia, Marrocos, Gana, Egito, Etiópia e República Democrática do Congo.

Quer saber o que vem por aí? Serão exibidos sete documentários em longa-metragem sobre ativismos e 14 curtas de ficção, dando um amplo panorama da produção audiovisual contemporânea no continente.

Além dos filmes, a programação conta com comentários de especialistas nos três programas de curtas, uma mesa redonda sobre o documentário nos cinemas africanos contemporâneos e a produção de um catálogo com apresentações dos filmes e textos de convidados. Acesse aqui a agenda das atividades paralelas.

  • Confira a programação do Cine África:

“Pare de nos filmar” (2020), de Joris Postema (República Democrática do Congo e Países Baixos)
Estreia: 12 de março, às 19h | Limite de 600 visualizações

Mostra de Cinemas Africanos, Pare de nos filmar
Crédito: Reprodução“Pare de nos filmar” é o longa de estreia do Cine África

Um grupo crescente de jovens que vive em Goma, na República Democrática do Congo, está incomodado com a visão unilateral e estereotipada que aparece nas reportagens sobre o país. O cotidiano dessas pessoas está muito distante do cenário de guerra, pobreza, violência e doença que é mostrado pelos menos de comunicação.

Assim, o documentário revela a luta que a jornalista Ley Uwera, o fotógrafo Mugabo Baritegera e a cineasta Bernadette Vivuya enfrentaram para retratar seu cotidiano real e a beleza do Congo.

Programa de curtas 1: “Memória: performatividades entre-tempos”
Estreia: 13 de março, às 19h | Sem limite de visualizações

Os filmes “Um cemitério de pombos! (Nigéria), “Invisíveis” (Namíbia), “Treino Periférico” (Guiné Bissau), “Bablinga” (Burkina Faso), “A lutadora de boxe” (Senegal) são bastante experimentais e exploram diversas nuances da memória.

“Softie” (2020), de Sam Soko (Quênia)
Estreia: 14 de março, às 19h | Limite de 600 visualizações

Softie, Cine África
Crédito: ReproduçãoO documentário “Softie” fica disponível a partir do dia 14 de março

O documentário é baseado na vida do ativista político e fotojornalista Boniface Mwangi e sua família. O filme ganhou um prêmio especial do júri no Festival de Cinema de Sundance de 2020.

Programa de curtas 2: “Vivências do novo e perspectivas do agora”
Estreia:
15 de março, às 19h | Sem limite de visualizações

As produções “Encrenqueiro” (Nigéria), “Perdendo minha fé” (Nigéria), “Tab” (África do Sul), “Cabelo com balanço” (África do Sul) e “Boa noite” (Gana) exploram a diversidade de experiências das infâncias e juventudes africanas contemporâneas.

“Um Lugar sob o Sol” (2019), de Karim Aitouna (Marrocos)
Estreia: 16 de março, às 19h | Limite de 600 visualizações

filme Um Lugar sob o Sol
Crédito: Reprodução“Um Lugar sob o sol” é um documentário marroquino

O documentário mostra a vida dos ambulantes da cidade de Tétouan que trabalham na rua Argélia vendendo todo o tipo de mercadorias contrabandeadas. Uma nova regra proíbe a atuação deles nas calçadas, mas nem todos conseguem adquirir uma barraca para dar continuidade aos negócios, o que gera alguns protestos.

Programa de curtas 3: “Corpo-território: transversalizando os espaços
Estreia: 17 de março, às 19h | Sem limite de visualizações

As narrativas que colocam em disputa diferentes noções de territorialidades quando falamos de África são os temas dos curtas “Ethereality” (Ruanda), “Ward e a festa da Henna” (Egito), “O azul branco vermelho do meu cabelo (França) e “Gagarine” (França).

“Sakawa” (2018), de Ben Asamoah (Gana)
Estreia: 19 de março, às 19h | Limite de 500 visualizações

Sakawa
Crédito: Reprodução“Sakawa” fala sobre a internet

Conheça a história de um grupo de jovens ganenses que recorre a fraudes na internet para ajudá-los em uma situação desesperadora.

” Descobrindo Sally” (2020), de Tamara Dawit (Etiópia)
Entreia: 20 de março, às 19h | Limite de 500 visualizações

Descobrindo Sally
Crédito: Reprodução“Descobrindo Sally” é um dos destaques do Cine África

No documentário, a diretora tenta recuperar a história de sua tia Sally, uma mulher de 23 anos vinda da classe alta etíope que se tornou uma rebelde comunista, filiando-se ao Partido Revolucionário do Povo Etíope. Idealista e apaixonada, ela foi pega pelo fervor revolucionário de seu país e acabou na lista dos mais procurados do governo militar. Ela foi para a clandestinidade e sua família nunca mais a viu.

Vamos Conversar” (2019), de Marianne Khoury (Egito)
Estreia: 21 de março, às 19h | Limite de 400 visualizações

Filme Vamos conversar
Crédito: ReproduçãoCena do documentário “Vamos conversar”

Uma mãe e sua filha exploram a trajetória de quatro gerações de mulheres de uma família egípcia originária do Levante, na qual a vida e o cinema sempre estiveram intrinsecamente ligados. Essa é uma história intimista entre filmagens de arquivo pessoal onde realidade e ficção se interligam com os filmes autobiográficos de Youssef Chahine.

“Me Chamo Samuel” (2020), de Peter Murimi (Quênia)
Estreia: 22 de março, às 19h | Limite de 600 visualizações

Me chamo Samuel
Crédito: Reprodução“Me chamo Samuel” encerra a programação do Cine África

Samuel cresceu na zona rural queniana, onde a tradição é valorizada acima de tudo. Seu pai, um pastor local, não entende por que ele ainda não casou. Depois de mudar para a capital do Quênia em busca de uma nova vida, Samuel se apaixona por Alex e encontra comunidade e pertencimento. O amor deles floresce, mesmo com as leis do Quênia criminalizando qualquer um que se identifique como LGBTQ+.

Legal a programação do Cine África, né? Saiba mais informações sobre as atrações aqui.

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