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Filha do cantor Belo é presa suspeita de aplicar golpes

Quadrilha chegava a faturar até R$ 1 milhão por mês enganando vítimas

Por: Redação
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A polícia do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira Isadora Alckmin Vieira, filha mais nova do cantor Belo. A jovem de 21 anos é suspeita de ser integrante de uma quadrilha que aplica golpes eletrônicos, ligada à maior facção criminosa do Estado do Rio, segundo o jornal O Globo.

De acordo com a polícia, Isadora e outras 11 mulheres induziam as vítimas a informar seus dados bancários e entregarem seus cartões a motoboys que faziam parte do bando. Com isso, o grupo chegava a faturar até R$ 1 milhão por mês.

filha do cantor belo
Crédito: Reprodução/InstagramFilha de Belo é presa por suspeita de golpes eletrônicos

Em entrevista ao jornal O Globo, Belo se disse surpreso com a prisão.

“Eu não sabia de absolutamente nada, falei com ela semana passada por telefone e ainda perguntei de tudo, da faculdade e tal. Dei sempre todo suporte como pai, pensão, faculdade, educação e amor. Me sinto muito triste e quero ser respeitado nesse momento”, afirmou.

Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) foi a responsável por investigar o caso depois de receber uma denúncia anônima.

A central dos golpes ficava em uma casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. Lá, foram encontrados 11 notebooks, nove máquinas de cartão, 50 cartões de créditos, telefones celulares, além de outros materiais. As suspeitas vão responder pelo crime de organização criminosa.

Cuidado com os golpes

Existem golpes eletrônicos dos mais diferentes tipos. Agora, com a chegada do Pix, que é uma nova maneira de fazer transferências e pagamentos, é preciso ficar ainda mais atento.

Alguns golpistas estão usando a ansiedade e a possibilidade de fazer o pré-registro de chaves como oportunidades para agir de má fé. “Por se tratar de um meio online de phishing, eles utilizam isso de gancho. Esse termo “phising” é uma tática usada nesse tipo de golpe, onde eles mandam mensagens em massa e esperam que algumas pessoas acreditem e caiam na mentira”, explica Caio Mastrodomenico, CEO da Vallus Capital.

Saiba como se proteger na matéria abaixo:

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