Inteli abre inscrições para bolsas de até 100% para cursos de graduação
Inscrições estão abertas para o processo seletivo 2027 para os cinco cursos de graduação oferecidos pela faculdade
Mais do que o custo da mensalidade, estudar em São Paulo pode representar outras despesas para jovens que vivem longe da capital paulista. Moradia, alimentação e deslocamento são alguns dos fatores que podem impedir a permanência de um estudante aprovado em uma instituição de ensino superior.
Para reduzir essas barreiras, o Inteli (Instituto de Tecnologia e Liderança) mantém um programa de bolsas de estudo que oferece isenção total ou parcial da mensalidade e apoio para a permanência dos alunos.

As inscrições para o processo seletivo de 2027 já estão abertas e seguem até 5 de outubro. Os candidatos interessados em solicitar isenção da taxa de inscrição, de R$ 300, têm até 28 de setembro para fazer o pedido. O benefício é destinado a quem comprovar renda familiar per capita de até três salários-mínimos, tiver estudado em escola pública ou sido bolsista em instituição privada.
O programa pode incluir moradia, alimentação, curso de inglês e notebook, de acordo com as condições da bolsa. Atualmente, 52% dos alunos da graduação do Inteli são beneficiados pelo programa.
A iniciativa também busca ampliar a presença de estudantes de diferentes regiões do país na instituição. Entre os bolsistas, 14% são do Nordeste, 6% da Região Norte, 4% do Sul e 3% do Centro-Oeste.
Segundo o Inteli, o programa reúne estudantes de mais de 100 cidades distribuídas por 19 Estados brasileiros. A diversidade regional é apontada pela instituição como parte da experiência acadêmica.
Bolsas de studo ampliam acesso à graduação
“Nosso programa de bolsas garante uma diversidade regional, com alunas e alunos de mais de 100 cidades de 19 estados brasileiros, e traz riqueza cultural e trocas valiosas durante as dinâmicas de sala de aula”, afirma Flávia Santoro, diretora acadêmica do Inteli.
O programa também acompanha a situação econômica das famílias ao longo da formação. Segundo a instituição, a renda per capita média familiar dos bolsistas cresceu 147% durante a graduação.
O financiamento das bolsas é feito por uma rede formada por pessoas físicas, instituições, empresas e fundações. Há duas formas principais de contribuição: financiar a jornada completa de um estudante durante a graduação ou doar para o fundo de bolsas.
No segundo modelo, os recursos são destinados a novas concessões conforme estudantes são aprovados, permitindo a continuidade do programa para outras turmas.
A partir deste ano, o Inteli também passa a utilizar o Open Finance na análise socioeconômica dos candidatos às bolsas. A ferramenta foi desenvolvida pela EducaOpen e utiliza dados financeiros autorizados pelos candidatos para avaliar a capacidade econômica das famílias.
Segundo a instituição, os dados são consentidos e auditáveis e são analisados com apoio de inteligência artificial. A mudança busca ampliar a transparência e a agilidade do processo de concessão dos benefícios.