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Claudia Leitte é chamada de genocida após show em São Paulo

Cantora foi questionada sobre um vídeo feito em junho deste ano em que se dizia indignada com as grandes aglomerações e o não uso da máscara

Por: Redação

A cantora Claudia Leitte se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter nesta segunda-feira, 29, após ter se apresentado em um show lotado no Espaço das Américas, em São Paulo, que aconteceu neste sábado, 27. Claudia Leitte foi chamada de “genocida” e teve imagens dos shows divulgadas em comparação com um discurso a favor do distanciamento social e do uso de máscaras feito em junho deste ano.

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Crédito: Reprodução/InstagramClaudia Leitte é chamada de genocida após show lotado em São Paulo

Horas antes de se apresentar no show, Claudia Leitte fez uma publicação em seu Instagram, afirmando que o evento cumpria todos os requisitos sanitários estabelecidos. “Bora, São Paulo. Evento realizado com limitação de público, exigência de comprovante de vacina e outras exigências sanitárias estabelecidas pela secretaria de saúde de São Paulo.”, diz a publicação.

As fotos e os vídeos divulgados do show nas redes sociais, porém, mostravam uma aglomeração de pessoas sem máscara, o que causou grande irritação por parte de internautas que acusaram Claudia Leitte de ser “genocida”. Isso porque em junho deste ano, a cantora fez um vídeo em que afirmava que se indignava com o fato de as pessoas não usarem máscara e continuarem se aglomerando. “Isso mata”, disse a baiana.

A postagem viralizou nas redes sociais, colocando lado a lado o vídeo de protesto de Claudia Leitte com imagens do show de domingo. A hashtag #ClaudiaLeiteGenocida figura nos trending topics do Twitter com um dos assuntos mais discutidos do dia na rede social.

A pandemia no Brasil

Com a vacinação e as medidas sanitárias de contenção da covid-19, o Brasil segue em estabilidade quanto aos números de novos casos e de mortes. Desde junho deste ano, os números de óbitos têm diminuído, e estabilizou em uma média próxima a 200 mortes diárias no país. O total chega a 614.314 desde o início da pandemia, e também contabiliza um total de 22.078.741 pessoas infectadas pelo vírus.

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