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Fátima Bernardes chora ao vivo com mãe de Miguel no Encontro

Empregada doméstica quer justiça, após perder o filho enquanto o menino estava sob cuidados de sua patroa

Por: Redação

Nesta sexta-feira, 5, Fátima Bernardes não conteve a emoção e chorou ao vivo no Encontro, da Globo, ao ouvir o desabafo de Mirtes Renata Souza, mãe do garoto Miguel, morto após cair do 9ª andar de um prédio de luxo em Recife, Pernambuco (PE), enquanto estava sob responsabilidade da mulher para quem sua mãe trabalhava como empregada doméstica.

Mirtes Renata Souza e Fátima Bernardes
Crédito: Reprodução/GloboFátima Bernardes chorou com Mirtes Renata Souza e demonstrou apoio à mãe de Miguel

Devastada com a tragédia que tomou conta de sua família nesta semana, Mirtes agora pede justiça: “Quando eu deito na cama, olho para a cama do meu filho e vejo que meu filho não está aqui, a dor aumenta mais ainda, porque eu não vou ter mais o meu neguinho comigo. Ele era a minha vida. Tô sem chão”, declarou.

A apresentadora, então, elogiou a mãe e tentou lhe dar um pouco de conforto com tamanha perda: “Você está sendo muito forte. Se eu posso te dizer uma coisa é que seu coração fique em paz. Tenha certeza que muitas lágrimas estão se juntando as suas, e muitas orações para que você e a sua família sejam fortes e possam tocar a vida”.

Assista ao momento abaixo:

Em entrevista à Globo na última quinta-feira, 4, Mirtes confirmou que era empregada doméstica do prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker, e da mulher dele, Sari Corte Real. Ela criticou o fato dos nomes dos patrões terem sido ocultados pela Polícia Civil.

“Se fosse eu, meu rosto estaria estampado, como já vi vários casos na televisão. Meu nome estaria estampado e meu rosto estaria em todas as mídias. Mas o dela não pode estar na mídia, não pode ser divulgado”, condenou.

Crédito: Reprodução‘Se fosse o contrário, não teria direito de fiança’, diz mãe de Miguel

Mirtes explicou que, ao longo de toda a pandemia, ela e a mãe continuaram trabalhando para o casal. A família dos patrões optou por se isolar em Tamandaré, no Litoral Sul. “Infelizmente, faltou um pouco de paciência dela para tirar o meu filho de dentro do elevador. Se ela tivesse um pouquinho mais de paciência, se ela tivesse pego ele pela mão, ao invés de ficar só falando, pegasse ele pela mão e tirasse [ele do elevador], meu filho tava hoje comigo”, desabafou.

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