‘Cinderelo’ chama atenção para machismo em histórias infantis

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Era uma vez um menino chamado Cinderfella (união das palavras Cinderela e cara), que não podia ir ao baile porque os filhos de seu padrasto o achavam bonito demais.

Cinderfella, personagem usado pela empresa Timbuktu para falar de machismo em histórias infantis
Cinderfella, personagem usado pela empresa Timbuktu para falar de machismo em histórias infantis

Para impedi-lo, rasgaram sua roupa. Até que um “fada-padrinho” apareceu para ajudar.

É com um vídeo da história de Cinderela, mas protagonizado por um homem, que a empresa Timbuktu quer chamar a atenção para o machismo nas histórias infantis.

A ação tem um motivo: divulgar o livro “Good Night Stories for Rebel Girls”, lançado pela startup americana e idealizado pela jornalista Elena Favilli e pela diretora de palco Francesca Cavallo.

A obra traz casos de mulheres reais que conquistaram sucesso em suas áreas de atuação, como pintoras, cientistas, dançarinas, escritoras e astronautas.

Segundo as autoras, trata-se de uma coletânea de 100 histórias de ninar para inspirar as jovens a “ser mais confiantes, pensar grande, cultivar sua força”.

A obra é vendida pelo site Rebel Girls ao preço de US$ 35.

Por QSocial