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Renata Capucci é diagnosticada com Parkinson aos 45 anos; veja sintomas

O caso da jornalista é considerado precoce, pois dificilmente a doença aparece antes dos 50 anos

Por: Redação

A repórter do “Fantástico” Renata Capucci revelou no podcast do programa ter sido diagnosticada com Parkinson em 2018, quando tinha 45 anos de idade.

Hoje, mais forte, ela encara a doença de frente, mas conta que viveu diferentes fases, incluindo depressão e negação.

“Hoje, eu estou na fase cinco que eu olho essa doença de frente e eu falo assim: ‘Senhor Parkinson, eu tenho você, você não me tem’. Eu faço tudo o que eu posso de exercício, de remédio e eu tenho uma vida positiva”, disse.

renata capucci
Crédito: Reprodução/Instagramr/renatacapuccioficialRenata Capucci fala do diagnóstico de Parkinson

O caso de Renata é considerado de início precoce, pois raramente a doença aparece antes dos 50 anos. A maioria das pessoas recebe o diagnóstico a partir dos 60 anos de idade.

Segundo a jornalista, os primeiros sintomas apareceram durante sua participação no programa “Popstar”.

“Eu comecei a mancar e as pessoas falavam para mim: ‘Por que você está mancando, Renata?’. E eu falava: ‘Eu não estou mancando’.”, lembrou.

“E aí em um dado momento, no meio do Popstar, depois do sexto programa, eu estava em casa e o meu braço subiu sozinho, enrijecido. E o meu marido que é médico, logo depois do programa, me levou para um hospital que tinha emergência neurológica e eu fui diagnosticada com Parkinson. Aquilo caiu como uma bigorna em cima da minha cabeça “, contou.

Parkinson

O Parkinson é uma doença degenerativa que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.

Os fatores de risco para a doença incluem o aumento da idade, embora pessoas mais jovens também possam ser afetadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os homens são mais afetados do que as mulheres.

A causa não é conhecida, mas acredita-se que surja de uma interação complexa entre fatores genéticos e exposição a fatores ambientais, como pesticidas, solventes e poluição do ar ao longo da vida.

O diagnóstico da doença é feito com base na história clínica do paciente e no exame neurológico.

Embora não haja cura para o Parkinson, ele pode e ser tratado para amenizar os sintomas, como também retardar o seu progresso.

A grande arma da medicina para combater o Parkinson são os medicamentos e, em alguns casos, a cirurgia, além da fisioterapia e a terapia ocupacional.

Sintomas

Os sintomas tendem a aumentar gradualmente. São eles:

  •  Tremores de repouso, que podem afetar as mãos, queixo e cabeça
  • Maior lentidão de movimentos
  • Caminhar arrastando os pés
  • Postura inclinada para frente

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