Friedrich Nietzsche, filósofo alemão: “Quando contradizemos alguém, na maioria das vezes não é por causa do que essa pessoa diz, mas sim pelo tom que utiliza.”
Confúcio resumiu em uma frase por que estudar sem refletir pode ser tão perigoso quanto pensar sem aprender: “Aprender sem pensar é inútil; pensar sem aprender é perigoso”
Michel de Montaigne transformou o medo do sofrimento futuro em um paradoxo sobre sofrer duas vezes: “Quem teme que sofrerá já sofre aquilo que teme”
Sêneca transformou a sensação de falta de tempo em um alerta sobre desperdício: “Não é que tenhamos pouco tempo, mas desperdiçamos muito”
David Hume resumiu em uma frase como convicções deveriam acompanhar as provas disponíveis: “O homem sábio ajusta sua crença às evidências”
Francis Bacon fez da dúvida um caminho para chegar mais perto da certeza: “Se um homem começar com certezas, terminará em dúvidas; se começar com dúvidas, terminará em certezas”
Friedrich Nietzsche resumiu em uma frase como encontrar sentido ajuda a enfrentar as dificuldades da vida: “Quem tem um porquê para viver suporta quase qualquer como”
Baruch Spinoza resumiu em poucas palavras por que aquilo que realmente vale a pena costuma exigir esforço: “Todas as coisas excelentes são tão difíceis quanto raras”
Marco Aurélio transformou a preocupação com a opinião alheia em uma contradição difícil de ignorar: “Cada homem ama a si mesmo mais que aos outros, mas valoriza menos a própria opinião”
John Stuart Mill deixou um alerta para quem só escuta argumentos que confirmam o que já acredita: “Quem conhece apenas o seu próprio lado da questão conhece pouco dela”
Immanuel Kant definiu o esclarecimento como a coragem de pensar sem depender dos outros: “Tenha coragem de usar seu próprio entendimento!”
Henry David Thoreau transformou conformismo em um alerta sobre vidas vividas no automático: “A maioria dos homens leva uma vida de silencioso desespero”