Lao-Tsé sobre como compreender a si mesmo pode exigir mais sabedoria do que compreender os outros: “Quem conhece os outros é sábio; quem conhece a si mesmo é esclarecido”
Sêneca, filósofo estoico, sobre os medos que antecipamos: “Sofremos mais frequentemente na imaginação do que na realidade.”
Blaise Pascal, filósofo francês, sobre aquilo que a lógica nem sempre consegue explicar: “O coração tem razões que a razão desconhece.”
Arthur Schopenhauer, filósofo alemão, sobre liberdade e solitude: “Um homem só pode ser ele mesmo enquanto está sozinho.”
Marco Aurélio, imperador e filósofo estoico, sobre como aquilo que pensamos repetidamente acaba moldando quem somos: “A alma é tingida pelos pensamentos”
René Descartes sobre a diferença entre ser inteligente e saber usar a própria inteligência: “Não basta ter uma boa mente; o principal é usá-la bem”
Sêneca sobre como o medo de agir pode tornar os obstáculos maiores do que realmente são: “Não é porque as coisas são difíceis que não ousamos; é porque não ousamos que elas são difíceis”
Epicteto, filósofo estoico, sobre como nossa interpretação pode pesar mais do que o próprio problema: “Não são as coisas que perturbam os homens, mas as opiniões que eles formam sobre elas”
David Hume sobre acreditar menos em certezas e prestar mais atenção às provas: “O homem sábio proporciona sua crença às evidências”
Immanuel Kant sobre parar de depender do pensamento dos outros e começar a pensar por conta própria: “Tenha coragem de usar seu próprio entendimento”
Epicteto, filósofo estoico, sobre como nossa interpretação pesa mais que os próprios acontecimentos: “Não são as coisas que perturbam os homens, mas os julgamentos que eles fazem sobre elas”
Sócrates sobre a importância de questionar a própria existência em vez de apenas passar pela vida: “Uma vida sem exame não vale a pena ser vivida”