Xuxa Meneghel, aos 63 anos, sobre valorizar as marcas do tempo apesar das cobranças pela aparência: “Dou muito valor às minhas ruguinhas”
Simone de Beauvoir questionou a ideia de que os papéis atribuídos às mulheres são definidos exclusivamente pela natureza e apresentou, em 1949, uma reflexão sobre a influência da sociedade na construção da identidade feminina: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”
Epicteto questionou a maneira como as pessoas atribuíam seu sofrimento aos acontecimentos externos e explicou o papel das interpretações pessoais: “Não são as coisas que perturbam os homens, mas os juízos que fazem sobre elas”.
Blaise Pascal desafiou a ideia de que todas as decisões humanas podem ser explicadas pela lógica ao escrever: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.
David Hume contrariou a ideia de que a razão controla nossas decisões ao colocar as emoções no centro das escolhas humanas: “A razão é, e deve ser, apenas escrava das paixões”.
Arthur Schopenhauer descreveu uma contradição da existência humana ao observar que satisfazer os desejos nem sempre traz felicidade: “A necessidade e o tédio são os dois polos da vida humana”.
Epicuro defendia o prazer, mas não uma corrida sem fim por luxo: por que o filósofo distinguia os desejos necessários daqueles que podem aumentar a insatisfação
Sêneca questionou a sensação de que a vida é curta: a reflexão do filósofo romano sobre desperdiçar o próprio tempo enquanto adiamos aquilo que realmente desejamos viver.
Epicteto, filósofo que viveu como escravizado, colocou a distinção entre nossas escolhas e os acontecimentos externos no centro de seus ensinamentos: uma reflexão sobre a tentativa de controlar tudo
Michel de Montaigne transformou o medo do sofrimento futuro em um paradoxo sobre sofrer duas vezes: “Quem teme que sofrerá já sofre aquilo que teme”
Sêneca transformou a sensação de falta de tempo em um alerta sobre desperdício: “Não é que tenhamos pouco tempo, mas desperdiçamos muito”