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Circuito Sesc de Artes acontece online com mais de 250 atrações

Tem programação de artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura, tecnologia, história e memória local, gastronomia e turismo!

Por: Redação

Até 19 de setembro de 2021

Todos os dias

Diversos horários (confira a programação oficial)

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

É maratona cultural online e gratuita que você quer? Então se joga na programação do Circuito Sesc de Artes, evento que acontece até o dia 19 de setembro. Tem atrações para todos os gostos, envolvendo artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura, tecnologia, história e memória local, gastronomia e turismo.

Circuito Sesc de Artes
Crédito: Rafael Roncato | Reprodução: Filme Mapas Afetivos | Reprodução: Filme Por Onde Anda Makunaíma | TZ ASSESSORIA_COLLAB PRODUCOES/ Assessoria de Imprensa Nossa Senhora da PautaSó tem programação linda no Circuito Sesc de Artes!

Mais de mil artistas criaram cerca de 250 atividades para entreter e encantar um público de diversas idades. Para saber tudo o que tem de legal, é só acessar o site oficial do evento e verificar a programação dia a dia ou por estilo. As transmissões acontecem pelo YouTube do Sesc São Paulo e pelo Instagram Sesc Ao Vivo.

Quem curte música não pode deixar de navegar pela seção “Som na Caixa”. Além de shows, estão previstos bate-papos, podcasts, playlists especiais, cursos, oficinas e muito mais. Entre os destaques estão as apresentações de Maria Gadú e Nina Oliveira, Badi Assad, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e aquela mistura gostosa de literatura e canções com Ignácio de Loyola Brandão e sua filha Rita Gullo.

No teatro, um dos destaques é a leitura dramática de Reynaldo Gianecchini intitulada “Foge para a tua solidão!”. O texto de Gabriel Soares reúne várias narrativas sensíveis sobre os sentimentos que podem ter aflorado nas pessoas durante o período de isolamento social. Tanto o escritor quando o ator são da cidade de Birigui, no interior paulista. A performance não é ao vivo.

O grupo recifense Magiluth apresenta um trabalho inédito e interativo no Circuito Sesc de Artes. “Virá” conta a história de um grupo de pessoas que espera por algo que não se sabe o que ou quem é – nem com que se parece ou o que será preciso fazer quando isso chegar. Ainda assim, é algo aguardado com muito desejo e alegria. Para a montagem, os espectadores que solicitarem ingressos recebem uma chamada telefônica para guiá-los por uma experiência única.

Tem obra de Plínio Marcos (1935-1999) no evento! Kiko Rieser dirige o impactante espetáculo “Quando as máquinas param”. Na trama, o público acompanha os desdobramentos da demissão do operário Zé. Sua vida muda drasticamente de uma hora para a outra, principalmente porque as costuras da esposa Nina não são suficientes para pagar todos os boletos. No elenco estão André Kirmayr e Larissa Ferrara.

E que tal assistir a alguns experimentos cênicos de 15 segundos pelo Stories? Essa é a proposta de “Dramaturgia a conta-gotas: edição Victor Nóvoa”. O público confere 10 micro cenas interpretadas por Rosane Paulo, Bruna Telly, Becca e Thays Villar, Jackson França e Daniel Meirelles.

Gostou? Para descobrir outras atrações relacionadas às artes do palco e do picadeiro, explore a seção “Teatro+Dança+Circo” no site do evento.

Aproveite o Circuito Sesc de Artes para mergulhar na produção audiovisual paulista. Na categoria “Luz, câmera e ação”, você encontra uma programação bem diferente.

Apaixone-se por São Paulo ao conferir o documentário “Mapas Afetivos” (2018), com direção de Felipe Lavignatti e André Deak.  Ao longo de 52 minutos, diversos  moradores, entre anônimos e famosos, como Tiê, Tulipa Ruiz, Laerte, Binho, Djamila Ribeiro, Hugo Possolo, Eduardo e João Suplicy, declaram seu amor pela selva de pedra.

Já na programação Cine Circuito da Madrugada, tenha acesso a filmes por 24 horas nas sessões “Pré-estreias” e “Clássicos Paulistas”. Um dos longas exibidos dessa forma é “Por onde anda Makunaíma?” (2021), de Rodrigo Séllos.

O documentário faz um resgate histórico e cultural do personagem de ficção mais identificado com um certo jeito de ser brasileiro. Começa por Makunaíma, mito de origem na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, passa pelo livro de Mário de Andrade e chega às encenações da história no teatro (por Antunes Filho) e no cinema (por Joaquim Pedro de Andrade e, depois, por Paulo Veríssimo).

E isso tudo é apenas uma pequena mostra do que há no evento. Os espectadores ainda acompanham batalhas de MCs com a participação de Max B.O., Kamau, Mamuti, Gabi Nyarai e Clara Lima; bate-papo com o filósofo Renato Janine Ribeiro sobre “A Cultura e a Educação como Experiências para Reduzir a Desigualdade Social”, visita virtual ao Museu Casa de Portinari e até uma visita online guiada pelo quadrinista Marcelo D’Salete à sua própria exposição, “Marcelo D’Salete – A História Negra em Quadrinhos”.

A criançada também curte uma série de atividades por meio da seção “Coisa de Criança”, como as contações de histórias de Poliana Savegnago, com direito a contos caipiras, capiaus, matutos e caboclos.

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