Teatro em casa: descubra vários espetáculos online e ao vivo em cartaz

Teatro e dança estão se reinventando na quarentena e levando o palco para plataformas como Zoom, YouTube e Instagram

Por: Redação

Em tempos complexos como o estamos vivendo hoje, com a pandemia do coronavírus, a arte precisa se reinventar para permanecer viva! E o teatro, considerado a arte da presença, tem buscado alternativas e novos caminhos. Nesse processo, plataformas digitais como Zoom, Instagram e YouTube, têm sido importantes aliadas, tornando possível a exibição de espetáculos online.

espetáculos online
Crédito: DivulgaçãoNão perca os espetáculos ao vivo e online!

As experiências são as mais variadas possíveis. Tem solos, dança e até peça que reúne inúmeros atores em cena. Para quem quiser conferir algumas delas, segue a lista que a Agenda da Catraca Livre preparou!

  • Mostra de Repertório da Cia Carne Agonizante

Quando: até 9 de julho, às 20h
Quanto: gratuito
Onde assistir: no Facebook @ciacarneagonizante e no Youtube @ciacarneagonizante

Mostra de repertório da Cia Carne Agonizante
Crédito: Alessandra Nohvais/ divulgação“O Canto Preso” é um dos espetáculos da mostra

Completando 23 anos de trajetória e com diversos trabalhos icônicos no currículo, a Cia de Dança Carne Agonizante lança uma mostra de repertório online. A cada dia, o público pode assistir a um espetáculo diferente, diretamente pelas redes sociais do grupo.

Para o diretor Sandro Borelli, todas as obras escolhidas dialogam com questões atuais, mesmo as que foram desenvolvidas há 20 anos.

Quatro espetáculos são inspirados em obras homônimas de Frank Kakfa: “A Metamorfose” (2005), “O Processo” (2007), “Carta ao Pai” (2006) e “Um Artista da Fome” (2008). Há ainda um outro que relaciona o universo do autor tcheco com a ditadura militar brasileira, “Colônia Penal” (2013).

Há também trabalhos com outras temáticas. “O Canto Preso” (2008) é uma adaptação coreográfica da peça “Bent”, de Martin Sherman; “Estado Independente” (2009) é inspirado na revolução política e poética proposta por Ernesto “Che” Guevara nas décadas de 1950 e 60; “Produto Perecível Laico” (2011) abriga a poética do mestre do simbolismo brasileiro Cruz e Souza; e “Não te Abandono Mais, Morro Contigo” (2015) apresenta dois amantes cansados e desiludidos pelo fim de uma paixão que se diluiu por conta da inevitável ação do tempo.

Não perca nenhum deles! A classificação indicativa de todos é 16 anos.

1 º de julho – A Metamorfose
2 de julho – O Processo
3 de julho – Carta ao Pai
4 de julho – Um Artista da Fome
5 de julho –  O Canto Preso
6 de julho – Estado Independente
7 de julho – Produto Perecível Laico
8 de julho – Colônia Penal
9 de julho – Não te Abandono Mais, Morro Contigo

  • Plataforma Vivo Cultura

Quando: até 18 de julho, aos sábados, às 20h
Quanto: gratuito
Onde assistir: Acompanhe o Instagram @vivo.cultura para reservar os ingressos, que são limitados, e aguardar instruções

O projeto do Teatro Vivo apresenta monólogos inéditos para o público conferir no conforto do lar. Como a ideia é que esses solos cumpram temporadas regulares no teatro, o número de ingressos por apresentação é limitado.

Cássio Scapin
Crédito: João Caldas/ divulgaçãoCássio Scapin apresenta monólogo inédito em projeto do Teatro Vivo

No dia 4 tem a peça “Louca de Amor, Quase Surtada”, com texto e interpretação de Lena Roque, que também assina a direção ao lado de Roque Balbyns. No dia 11, Cássio Scapin apresenta e dirige o clássico de Anton Tchecov, “Os Malefícios do Fumo”. Por fim, Luciana Carnieli encerra a programação, dia 18 com a peça de sua autoria e direção, “Meu abajur de injeção”, uma homenagem à grande atriz, Cacilda Becker.

  • “À La Carte”

Quando: de 4 a 26 de julho; aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h
Quanto: gratuito
Onde assistir: pela plataforma Zoom | Reserve o ingresso neste link
Duração: 50min
Classificação indicativa: livre

espetáculos online
Crédito: Divulgação“À La Carte” ganha modificações em sua versão digital

A Cia Fragmento de Dança estreia a versão online do espetáculo À La Carte” – que esteve nos palcos em 2019. Em seu processo criativo, os intérpretes-criadores traziam como discussão o depoimento e a experiência de alteridade na cena. Era a relação Eu-Outro que se fazia presente na pergunta sobre o que poderiam construir juntos, considerando as suas diferenças. Relatos pessoais se tornavam gestos do grupo.

Na versão virtual, “À La Carte” valoriza a interação com o público: é ele quem decide, por meio de votação ao vivo pela plataforma, quais cenas quer assistir, agora, em forma de danças em vídeo. A pergunta que moveu a pesquisa, um ano depois, ganha novos significados e parece estar mais próxima: “É possível estarmos juntos?”.

  • “Ser José Leonilson”

Transmissão no Teatro João Caetano: transmissão gratuita no dia 3 de julho, às 21h, no Facebook do Teatro João Caetano

Temporada pela plataforma Zoom: de 4 a 29 de julho, às quartas e sábados, às 20h30, e aos domingos, às 17h30
Quanto: contribuição voluntária a partir de R$ 10 | Reserve o ingresso aqui
Duração: 95 minutos
Classificação: 16 anos

Ser José Leonilson

“Ser José Leonilson” fez uma temporada nos palcos em 2019Idealizado por Laerte Késsimos, dirigido por Aura Cunha, com dramaturgia de Leonardo Moreira, música original de Marcelo Pellegrini, cenário de Marisa Bentivegna e iluminação de Aline Santini, o espetáculo “Ser José Leonilson” é uma costura poética entre a vida e obra do artista plástico José Leonilson (1957-1993) e a biografia de Laerte Késsimos. Elaborado a partir dos depoimentos (biográficos e artísticos) do artista plástico brasileiro e registros sonoros feitos pelo próprio Laerte durante o processo de criação e pesquisa, o tecido que é alinhavado diante do público une as inquietações dos dois artistas.

“Ser José Leonilson” é a terceira e última etapa de um processo que envolveu a performance pública “O Porto” (um ateliê aberto à visitação, onde Laerte Késsimos criou obras visuais que são também depoimentos bastante pessoais), uma exposição (Como se desenha um coração?) e, finalmente, o espetáculo teatral “Ser José Leonilson”

  • “Phantasmagoria – O Amor nos Tempos de Esgotamento”

Quando: são dois episódios, nos dias 27 de junho e 4 de julho, às 21h, mas eles ficam disponíveis online
Quanto: gratuito
Onde assistir: no Instagram @davi_tostes

espetáculos online
Crédito: Andre Stefano/ divulgaçãoVeja esta mistura de teatro e web novela no Instagram

Mistura de teatro e web novela, “Phantasmagoria – O Amor nos Tempos de Esgotamento” apresenta cinco personagens confinados durante uma pandemia que acabam enfrentando suas vulnerabilidades. Um casal que termina a relação por chamada de vídeo; irmãos que, em um momento de empatia, conversam sobre suas carências e dificuldades de cuidar da mãe idosa; uma cam girl que tenta entreter um cliente entediado e uma psicanalista que atende pacientes por vídeo chamada em tempos de isolamento social.

A ideia do nome “Phantasmagoria” tem origem no termo usado para designar teatro de terror, que utilizava lanternas para projetar imagens assustadoras de esqueletos, demônios e fantasmas no final do século XVIII.

A direção e a dramaturgia são de Eme Barbassa, que também está no elenco. Juntam-se a ela os atores Davi Tostes, Déo Patrício, Vanessa Mello e Katia Calsavara.

  • “Onde Estão as Mãos, Esta Noite”

Quando: de quinta a domingo, às 20h (aos sábados, também tem sessão às 15h)
Quanto: gratuito
Como assistir: reserve o ingresso pelo e-mail maosaoteatro@gmail.com, a transmissão acontece pelo Zoom

Onde estão as mãos esta noite
Crédito: @karen.coelho1/ FacebookKaren Coelho segue em temporada com o espetáculo “Onde Estão as Mãos, Esta Noite”

A atriz Karen Coelho se aventura pelos experimentos online com o espetáculo “Onde Estão as Mãos, Esta Noite” . Ela interpreta uma mulher relata seus afazeres diários e divaga sobre o futuro durante a quarentena. A dramaturgia é de de Juliana Leite, a direção é de Moacir Chaves e a direção de arte é de Luiz Wachelke.

Após cada uma das sessões acontece um bate-papo com a equipe.

  • “Página em Branco”

Quando: dias 4 e 11 de julho, às 21h
Quanto: gratuito | É possível fazer uma contribuição por meio deste link
Onde assistir: no Instagram @nossocantoteatro

Crédito: @coletivoflorescemenina/ FacebookNão perca a versão virtual de “Página em Branco”

O Coletivo Floresce Menina apresenta virtualmente um espetáculo trata do questionamento existencial, vontades, anseios, medos, vícios e coragem! Retrata a história de Alice, que está dividida em quatro partes, mergulhada em seu universo de loucuras, medo e solidão. Ela se depara com uma cena de crime e ao mesmo tempo enfrenta uma batalha pessoal para finalmente libertar-se das amarras impostas pela sociedade. A proposta é o mergulho no universo feminino, onde um instante é um universo de acontecimentos.

A dramaturgia é Alexia Annes, que também está no elenco ao lado de Analice Pierre, Letícia Andréa e Isabela Prado.

  • “E Foram Quase Felizes Para Sempre”

Quando: 11 de julho, às 20h30
Quanto: gratuito
Onde assistir: pelo Youtube do Sesc em Minas, pelo YouTube do Teatro Claro Rio e também pelo Canal 500 da Claro
Observação: o espetáculo conta com tradução simultânea de libras e áudio transcrição para garantir o acesso das pessoas com deficiências auditivas e visuais.

teatro online: peça de Heloísa Perissé
Crédito: Guga Melgar/ divulgaçãoHeloisa Périssé fala sobre relacionamentos em novo texto

A história se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Durante um ano e meio ela viajou atrás dos melhores resorts, praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante o período da procura, por conta de suas diversas viagens, ela se separa do marido, e quando finalmente lança sua obra, Cantinho Para Dois, vê o ex-marido beijando uma nova namorada.

É a primeira comédia solo escrita e encenada pela Heloísa Perissé. A direção é de Susana Garcia, o cenário é de Miguel Pinto Guimarães, o figurino é de Reka Koves, a iluminação é de Maneco Quinderé, a trilha musical é de Alexandre Elias, o diretor de Palco é Alvaro Donatti, o operador de Luz é Ge Barbosa e a operadora de som é Glaucia Maria.

Durante a transmissão, o público pode fazer doações (via QR Code) para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc, em uma edição especial em benefício das campanhas “APTR ao Lado do Trabalhador de Teatro” e “Salve a Graxa BH” que estão oferendo apoio ao sustento de profissionais do setor teatral que estão impedidos de exercer suas funções durante a pandemia.

  • “A Vida Útil de Todas as Coisas”

Quando: dia 25 de julho, às 21h
Quanto: gratuito | É possível fazer uma contribuição por meio deste link
Onde assistir: no Instagram @nossocantoteatro

espetáculos online - a vida útil de todas as coIsas
Crédito: @avidautildetodasascoisas/ FacebookLuciana Ramanzini e Eduardo Semerjian em cena da peça

Em uma realidade distópica, o Pai de uma família comum, ao constatar que o Avô começa a ter falhas de memória, leva-o para uma consulta na assistência técnica, recebendo o diagnóstico de que não há mais conserto nem troca possível para seu cérebro, cujo fim está próximo. No comércio de órgãos biônicos – sempre programados para durarem pouco e serem substituídos por modelos novos –, o cérebro é o único item que não pode ser trocado. A loja, no entanto, oferece ao Pai modelos eletrônicos de aparência humana para substituir o Avô. Indignado, ele rejeita a possibilidade e passa a lutar contra o comércio de substituição de pessoas por máquinas

O texto e a direção são de Kiko Rieser. O elenco conta com Eduardo Semerjian, João Bourbonnais, Louise Helène e Luciana Ramanzini.

  • “Pandas, ou era uma vez em Frankfurt”

Quando: até 5 de julho, às sextas, sábados e domingos, às 20h
Quanto: R$ 20
Onde comprar: ingressos disponíveis neste link
Duração: 40 minutos
Classificação indicativa: 14 anos

espetáculos online
Crédito: DivulgaçãoNeste experimento teatral, os microfones do público ficam ligados

Com direção e dramaturgismo de Bruno Kott, o espetáculo “Pandas, ou era uma vez em Frankfurt” é uma adaptação do texto teatral “A História dos ursos pandas (contada por um saxofonista que tem uma namorada em Frankfurt)”, do dramaturgo romeno, Matei Visniec.

Mauro Schames e Nicole Cordery interpretam um casal de desconhecidos que acorda na mesma casa. Eles trazem apenas fragmentos da da noite anterior e precisam um do outro para montar esse grande quebra cabeça de sentimentos e memórias.

  • “Peça”

Quando: de 20 de junho a 31 de julho, de quinta a domingo, às 21h
Quanto:
gratuito
Onde assistir:
no YouTube da produtora Corpo Rastreado
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos

Marat Descartes em Peça
Crédito: @apecaonline/ Facebook“Peça” é gratuita e acontece pelo YouTube

O trânsito entre arte e vida, o tempo suspenso no período de isolamento social, a crise de sentidos e uma discussão do contexto sociopolítico do Brasil a partir da própria biografia são alguns traços de “Peça”, espetáculo escrito e idealizado por Marat Descartes, com direção de Janaina Leite, assistência da bailarina Gisele Calazans e colaboração do artista plástico e escritor Nuno Ramos.

Além da performance ao vivo, a peça também conta com alguns vídeos que contrapõem a experiência do confinamento a diferentes noções de nascimento e reinvenção.

Quando: às sextas e aos sábado, às 21h, e aos domingos, às 16h
Quanto:
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Onde comprar:
no Espaço Virtual do grupo Os Satyros
Duração:
50 minutos
Classificação indicativa:
16 anos

"A Arte de Encarar o Medo"
Crédito: André StefanoA peça homenageia várias pessoas que morreram durante a pandemia

Com roteiro de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que também assina a direção, o novo trabalho do grupo Os Satyros acontece no Zoom, com 18 atores em cena. É o primeiro projeto totalmente virtual da companhia.

Em um futuro distópico, pessoas tentam reconstruir histórias de uma vida anterior à pandemia. Em quarentena há 5.555 dias, isolados e angustiados, criaram um grupo na internet para se conectar.

Esses amigos não entendem como ainda existe energia elétrica nem acesso à web, porque as emissoras de televisão e os jornais deixaram de existir e as cidades foram abandonadas. A depressão, a solidão, o medo do contágio, a angústia pela proximidade da morte e o desespero diante dos ataques diários contra a democracia brasileira perpassam as cenas do espetáculo.

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  • “Rilke”

Quando: todas às segundas, às 21h
Quanto: gratuito
Onde assistir: no Instagram @ivoomuller
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

espetáculos online Rilke
Crédito: Priscila Prade/ divulgação“Rilke” é exibido gratuitamente pelo Instagram

Em um mundo dominado por ruídos, um homem busca o silêncio, essencial para conversar com deuses e anjos. “Rilke” aborda o universo de um escritor que tenta produzir alguma obra artística, mas há cerca de um ano só consegue escrever cartas.

A peça mostra as reflexões trazidas pelo escritor sobre a solidão, a necessidade da reconexão do homem com a natureza e que caminhos seguir diante de um cenário de dúvidas e incertezas, questões que atingem diretamente o espectador de hoje.

A montagem, que tem direção de Arieta Corrêa e é encenada por Ivo Müller. faz parte de uma pesquisa de mais de dez anos sobre a obra do poeta, e já passou pela Biblioteca Mario de Andrade e Sesc Pinheiros.

  • “O Filho do Presidente”

Quando: todas às sextas, às 21h
Quanto: público pode contribuir com qualquer valor a partir de R$ 20
Onde comprar: na bilheteria virtual do espetáculo
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: 18 anos

Um homem pega o metrô errado, mata dois policiais e rouba um livro. Agora ele precisa fugir.Em sua quarta criação,  o grupo carioca Teatro Caminho estreia seu primeiro espetáculo produzido para o live streaming, radicalizando ainda mais a pesquisa de teatro e espaços não convencionais do grupo.

A peça, com direção de Natasha Corbelino e texto e performance de Ricardo Cabral, estava em processo de ensaios desde o final de fevereiro. Com o isolamento social, os artistas resolveram transformar tudo em um experimento virtual. Não é teatro filmado: a câmera do celular se tornou dispositivo de cena e o trabalho investiga o que podem corpo e tela juntos.

  • “Uma Cena de Amor para Francis Bacon”

Quando: até 15 de agosto, às terças, às quintas e aos sábados, às 20h
Quanto: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 10 (preço popular)
Onde comprar: na bilheteria virtual do espetáculo
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 16 anos

espetáculos online
Crédito: Padu Cecconello/ divulgaçãoEsta é a peça de estreia do Manás Laboratório de Dramaturgia

Com previsão original de estreia presencial para o primeiro semestre deste ano, e após um período de ensaios abertos via Zoom, “Uma Cena de Amor para Francis Bacon” está pronta para ser apresentada ao público.

Primeiro trabalho do Manás Laboratório de Dramaturgia, que surgiu no CPTzinho de Antunes Filho, o espetáculo fala sobre uma artista plástica que coloca em xeque o valor dos acontecimentos de forma a transformar sua própria vida em obra de arte.

Nesta espécie de tragédia do mundo mercantil, misturam-se as barreiras entre memória, realidade e imaginação. Aqui, a impossibilidade de diálogo entre homem e mulher, dadas as suas lógicas contraditórias, causam consequências irreversíveis. Esta peça é dedicada a todas as mulheres artistas do mundo.

A texto é de Fernanda Zancopé, que divide a direção com Dante Passarelli. No elenco estão Leonardo Silva, Luiza Válio, Fernanda Zancopé, Pedro Ribeiro e Dante Passarelli.

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