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Japan House faz mostra de Yuko Mohri e suas esculturas cinéticas

Divirta-se com o inesperado nos trabalhos inusitados criados pela jovem artista japonesa. Saiba mais:

Por: Redação

Até 14 de novembro de 2021

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

Terça a sexta, das 10h às 17h
Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h
(O centro cultural está funcionando com capacidade reduzida. É possível reservar o ingresso online)

Quer fazer um programa diferentão em SP? Então, que tal visitar a exposição “Parade – um pingo pingando, uma conta, um conto”, da jovem artista Yuko Mohri? Em cartaz na Japan House, a mostra exibe trabalhos que refletem conceitos muito comuns à cultura nipônica: transitoriedade e impermanência.

Parade, Yuko Mohri, Japan House
Crédito: Jacqueline Trichard/ Assessoria de Imprensa da Japan HouseInstalação “Parade” exposta no Centre Pompidou Metz

Com muita delicadeza, a artista produz esculturas cinéticas e sonoras com elementos bastante improváveis, como espanadores, toalhas de mesa e instrumentos musicais. Trata-se de encontrar beleza nos objetos cotidianos, como prega a filosofia japonesa do [you no bi], desenvolvida por Soetsu Yanagi (1889-1961).

Suas instalações envolvem parcerias com profissionais das mais diversas áreas, criando efeitos únicos! Veja uma das obras de Yuko:

Para a Japan House, Yuko Mohri criou uma instalação inédita que tem como ponto de partida os trabalhos “Parade” e “Moré Moré”, além da música “Águas de Março”, de Tom Jobim.

Assim nasceu o curioso título “Parade – um pingo pingando, uma conta, um”. Trata-se de uma releitura topicalizada de suas obras, expressa pela relação criada pela artista entre os objetos e a letra da famosa canção.

Na escultura inédita que empresta seu nome para a exposição, os visitantes contemplam uma máquina baseada em uma placa de prototipagem eletrônica de código aberto que lê os desenhos de uma toalha de mesa estampada com frutas coloridas.

Essas imagens são traduzidas em correntes elétricas que percorrem diversos fios, provocando reações inesperadas como uma luz que liga e desliga, espanadores que pulam no chão e até um acordeão que parece ganhar vida própria.

Além desse efeito inusitado, extraído de “Parade”, o público observa vazamentos propositais que são obstruídos para fazer com que a água circule novamente por um sistema danificado. Esse elemento é inspirado na série “Moré Moré”.

Moré Moré, Yuko Mohri
Crédito: Nobutada Omote/ Assessoria de Imprensa da Japan House“Moré Moré” foi outra instalação que inspirou a obra “Parade – um pingo pingando, uma conta, um conto”

Para Yuko, o ano está animado. Ela também é uma das convidadas para integrar a 34ª Bienal de Arte de São Paulo, que acontece de 4 de setembro a 5 de dezembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera. Demais, não?

Quem aparecer no 2º andar da Japan House ainda descobre outras obras de Mohri. Para curtir tudo isso, é possível reservar ingresso por este link. Embora não seja obrigatório, considerando que o centro cultural está funcionando com capacidade reduzida por conta da Covid-19, pode ser uma boa ideia garantir sua entrada com antecedência!

A mostra fica em cartaz até 14 de novembro e o museu funciona de terça a sexta, das 10h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h.


#DicaCatraca: sempre lembre de usar a máscara de proteção, andar com álcool em gel e sair de casa somente se necessário! Caso pertença ao grupo de risco ou conviva com alguém que precise de maiores cuidados, evite passeios presenciais. A situação é séria! Vamos nos cuidar para sair desta pandemia o mais rápido possível. Combinado?❤


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