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Jornalista faz relato sobre como a acne a fez evoluir como mulher

Por: Redação | Comunicar erro
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Crédito: Getty Images/iStockphotoA acne é um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo

Inspirada pela modelo Kendall Jenner, que apareceu com espinhas no rosto na cerimônia do Globo de Ouro, no último domingo, 7, a jornalista Julia Pitaluga, da “Glamour“, escreveu um relato emocionante sobre suas próprias experiências com o problema de acne.

Segundo a jornalista, as acnes no rosto da modelo geraram mais repercussão do que o vestido que a modelo usou na premiação. “Foram as acnes no rosto dela que fizeram da sua presença um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Pasmem. A Kendall é humana. Ela respondeu às críticas no Twitter e a resposta dela me deu forças e vontade para testemunhar aqui minha experiência e falar abertamente pela primeira vez sobre. ‘Nunca deixe essa porcaria parar você!'”, afirmou citando a resposta da modelo.

Julia começa seu texto lembrando de como foi difícil, aos 24 anos, ter que se deparar com o problema de acne de terceiro grau já adulta. “Não é para qualquer um dormir com o rosto normal e acordar com acne de terceiro grau”, desabafa.

  • Muitas vezes, o problema de acne é decorrente de uma alimentação inadequada. Uma simples mudança de hábitos pode solucionar a doença, caso dessa jovem que você confere nessa matéria do Catraca Livre

Em seguida, ela conta um pouco sobre o tratamento que teve que enfrentar por causa do problema de pele. “Foram seis meses de tratamento intensivo multidisciplinar, priorizando a beleza integrada e interior. Pude contar com três profissionais (endocrinologista, dermatologista e ginecologista), que estiveram comigo por toda a minha história”, explica.

Ela cita ainda os fatores que podem ter acarretado a acne adulta. “Índice insulínico alto. Possível síndrome do ovário micro policístico. Desequilíbrio hormonal. Progesterona baixa”, enumera, lembrando ainda o tratamento indicado pelos médicos: perda de peso. “Cardápio carente de carboidratos e laticínios. Antibiótico. Remédios de controle hormonal (muitos, aliás) e caseiros. Limpeza de pele. Pílula anticoncepcional nos primeiros meses”.

O desabafo inspirador de Julia Pitaluga prossegue falando sobre a questão da autoestima e do julgamento dos outros. “Mas será que vale se esconder por causa de julgamentos? Até que ponto isso é saudável? Foram quase dois meses entre casa, exames e médicos sem vontade alguma de ter vida social”, se questiona afirmando depois que nenhuma pressão social tem o direito de trancar ninguém em casa.

“Eu sei que você teve problemas com a sua autoimagem, e talvez ainda tenha – muitos. Eu também tive. Mas isso não pode impedir a graça de nos sentirmos mulher. O ato de se olhar no espelho não deve ser tratado como um desafio. Os seis meses de tratamento contra a acne, com quase dois de reclusão, criaram em mim uma força avassaladora. Parei de me enxergar como uma menina e passei a pensar com a cabeça de mulher de M maiúsculo. Me reconheci Mulher”, avalia a jornalista.

Leia o relato na íntegra no site da “Glamour”

Uma outra jovem vítima de “haters” nas redes sociais por causa de sua acnes combate o preconceito com selfies:

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