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Bolsonaro alcança 50% de reprovação, aponta pesquisa XP Ipespe

A pesquisa ainda mostrou que o isolamento social é apoiado 76% que acreditam ser a melhor forma de evitar a proliferação do coronavírus

Por: Redação

A avaliação ruim ou péssima do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou em 50%, em maio, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para a XP Investimentos, divulgada nesta quarta-feira, 20.

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Crédito: Agência Brasil/Marcelo CamargoBolsonaro alcança 50% de reprovação, aponta pesquisa XP Ipespe

O percentual dos que consideram o governo Bolsonaro ótimo ou bom foi de 25%, o que representa uma queda de 2% em relação ao que foi apontado no mês passado, 27%. Aqueles que consideram a gestão regular também caiu 2%, ficando em 23%, em maio.

A pesquisa, realizada entre os dias 16 e 19 de maio, também apontou aumento na expectativa negativa para o restante do mandato de Bolsonaro, com 48% de ruim ou péssimo contra 46% no levantamento anterior. Aqueles que acreditam que o governo Bolsonaro pode ser ótimo ou bom caiu. Em maio são 27%, ante 30% em abril. A aposta em regular são 19%, contra 18% no mês passado.  O percentual dos que não responderam oscilou para 7%.

Quando questionados sobre a atuação de Bolsonaro no enfrentamento ao coronavírus, o percentual dos que acham ruim ou péssima subiu de 54% para 58%, na comparação mês a mês, e a avaliação ótima ou boa caiu de 23% para 21%.

O número dos que consideram a atuação do presidente como regular oscilou de 22% na sondagem de fim de abril para 19% em maio.


#NessaQuarentenaEuVou – Dicas durante o isolamento:


Para 54% dos entrevistados, a demissão do ex-ministro da Saúde Nelson Teich causou um impacto negativo. Outros 31% dizem não ter impacto e 6% consideram positivo.

A pesquisa ainda mostrou que o isolamento social é apoiado pela maioria. Para 76%, ele é a melhor forma de se prevenir e evitar a proliferação acelerada do coronavírus, enquanto 7% discordam. Em relação à duração do isolamento, 57% defendem que ele deve continuar até que o risco de contágio seja pequeno. Outros 14% consideram que deve durar até o final de maio; 11% até o final de junho; e outros 11% até o final de julho.

O levantamento também registra uma redução na avaliação positiva da ação dos governadores para o enfrentamento à crise. São 46% os que apontam que a atuação é boa ou ótima, contra 53% na última pesquisa. Os que acreditam que a atuação é ruim ou péssima saíram de 16% para 23%.

O levantamento ouviu mil pessoas e tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais.

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