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OMS alerta para risco elevado da Ômicron e aumento de internações

O alerta vem no momento em que os casos de covid-19 voltam a crescer, com recordes diários em alguns países

Por: Redação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um novo alerta sobre a variante Ômicron. Segundo a entidade, o risco oferecido pela nova cepa continua “muito elevado”, o que deve sobrecarregar os sistemas de saúde dos países.

Isso deve acontecer, segundo a entidade, mesmo a nova cepa sendo um pouco menos perigosa do que sua antecessora, a Delta.

“Evidências consistentes mostram que a variante Ômicron tem uma vantagem de crescimento sobre a variante Delta com um período de dois a três dias para duplicar-se e aumentos rápidos de casos são vistos em vários países”, advertiu a organização em seu relatório epidemiológico semanal.

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Crédito: Tigristiara/istockCasos de covid voltam a crescer em vários países

Segundo Catherine Smallwood, uma das principais especialistas da OMS na Europa, a rápida propagação da Ômicron “embora combinado com uma doença ligeiramente menos grave, provocará um grande número de hospitalizações, especialmente entre os não vacinados”.

Casos dispararam

O alerta vem no momento em que os casos de covid-19 voltam a crescer, batendo recordes diários em países como Estados Unidos, Espanha, França e Reino Unido.

Na última terça-feira, 28, a média do número diário de novos casos de covid-19 nos EUA atingiu um novo recorde, com mais de 258 mil notificações.

O patamar só foi maior há quase um ano, em 8 de janeiro de 2021, quando a média diária alcançou 250 mil. As variantes Ômicron e Delta têm sido apontadas como responsáveis por esse salto.

Recordes diários de contaminações também foram registrados na França, Grã-Bretanha, Grécia e Portugal na terça-feira. Na Holanda e na Suíça, a Ômicron se tornou a variedade dominante.

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Crédito: Naeblys/istockOMS alerta que variante Ômicron ainda representa “risco elevado”

A compreensão sobre a variante Ômicron vai aumentanto à medida que novos estudos são concluídos, mas já há dados que mostram que ela é mais contagiosa que as outras cepas do vírus e aumenta o risco de reinfecção.

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