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Descoberto primeiro sintoma da Ômicron que passa despercebido

Por se assemelhar com sintoma da gripe, muitas pessoas não dão atenção a esse sinal de alerta

Por: Redação

Muito já se falou sobre os sintomas mais comuns provocados pela variante Ômicron, agora especialistas acreditam ter descoberto o primeiro sinal provocado pela cepa, antes mesmo da pessoa infectada sentir-se doente.

Como a Ômicron tende a afetar a garganta, a variante provoca rouquidão, o que está sendo considerada um primeiro sinal da infecção causada pela nova cepa.

primeiro sintoma da ômicron
Crédito: Udomkarn Chitkul/istockVoz rouca está sendo considerada como primeiro sintoma da Ômicron

Os médicos, no entanto, afirmam que os pacientes não costumam reclamar de dores de garganta, como no caso da infecção causada pela Delta, mas relatam sensação de garganta áspera.

De acordo com o jornal inglês The Sun, o presidente-executivo da Discovery Health, a maior seguradora privada de saúde da África do Sul, Ryan Roach, disse esse é o sintoma mais comum que os pacientes diagnosticados com a variante estão enfrentando.

primeiro sinal da ômicron
Crédito: SeventyFour/istockÔmicron deixa a garganta inflamada

Ainda segundo ele, congestão nasal, tosse seca e dor na região lombar são outros sinais que têm sido relatados com frequência.

Sintomas

A variante Ômicron se espalha com muito mais facilidade que as cepas anteriores e, apesar de ser tratada como mais branda, ainda assim pode causar quadros graves e mortes, principalmente entre os não vacinados ou com o esquema vacinal incompleto.

Os principais sintomas causados pela Ômicron incluem dor de cabeça, coriza, espirros e de dor de garganta. Isso porque a nova versão do vírus tende a afetar mais o sistema respiratório superior – nariz, boca e garganta – e menos os pulmões, segundos estudos recentes.

Mas vários outros sintomas são relacionados à cepa, como diarreia, náusea e dor no corpo.

Como se proteger?

Como a Ômicron é muito mais contagiosa que qualquer outra versão anterior do vírus, os cuidados precisam ser reforçados.

Os infectologistas recomendam usar uma máscara de qualidade superior às de tecido e cirúrgicas.

A PFF2, por exemplo, tem uma filtragem melhor, além de vedar bem as entradas e saída de ar. Embora um pouco mais cara, ela pode ser reutilizada algumas vezes. Veja aqui como usar a PFF2 mais de uma vez com segurança.

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