Pesquisa com 6 mil 905 idosos indica que um IMC mais elevado depois dos 65 anos pode estar relacionado a menor risco de morte, mas a gordura abdominal altera esse cenário
Helen Mirren, aos 81 anos, sobre rejeitar a ideia de lutar contra a idade: “Não chamo isso de envelhecer; chamo de crescer”
Shemar Moore, aos 56 anos, admite que acompanhar o ritmo físico de antes ficou mais difícil, mas descarta parar: “Não vou desistir até que o tempo mande eu me sentar”
Sylvester Stallone, aos 80 anos, sobre continuar treinando mesmo quando o corpo já não responde como antes: “A cada ano fica mais difícil, por isso você precisa se esforçar ainda mais”
Jennifer Aniston, aos 57 anos, sobre envelhecer sem perder a mobilidade: “Quem quer chegar aos 80 ou 90 anos e não conseguir se levantar e se mover?”
Cher, aos 80 anos, sobre envelhecer sem abandonar aquilo que gosta de fazer: “Não posso ter 20 anos para sempre; enquanto conseguir trabalhar, estarei ótima”
Clint Eastwood sobre o que realmente importa ao envelhecer: “O principal não é quanto tempo você fica no planeta, mas a qualidade que tem enquanto está aqui”
Jane Fonda, aos 88 anos, sobre envelhecer sem abandonar o movimento: “Eu me movimento muito; faço os mesmos exercícios, só que mais devagar e com menos peso”
Rita Moreno, aos 94 anos, sobre a maneira como encara cada novo dia: “Confesso que acordo sorrindo; às vezes olho no espelho e penso: quem é essa senhora?”
Estudo com 6.905 idosos sugere que um IMC mais alto após os 65 anos pode estar ligado a menor risco de morte, mas a gordura abdominal muda o resultado
Os especialistas concordam: “Aos 60 anos, em vez de caminhar por 20 minutos, pode ser mais eficiente fazer exercícios como agachamentos na cadeira ou flexões apoiadas na bancada da cozinha”