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Confirmados 21 casos da varíola do macaco no país; veja os estados

Ministério da Saúde informou que outros 23 casos suspeitos são investigados

Por: Redação

O número de casos confirmados de varíola do macaco no Brasil subiu de 17 para 21, de acordo com o balanço mais atual do Ministério da Saúde, divulgado na quarta-feira, 29. Os pacientes identificados com a doença estão em três estados. São 14 casos no estado de São Paulo, cinco no Rio de Janeiro, e dois no Rio Grande do Sul.

O Ministério da Saúde não informou qual o estado de saúde desses pacientes e em quais cidades eles estão. Todos os casos estão sendo monitorados e seus contatos rastreados.

varíola do macaco
Crédito: Kontekbrothers/istockVaríola do macaco já tem 21 casos confirmados em três estados

A pasta informou ainda que outros 23 casos suspeitos seguem em investigação nos estados do Ceará (4), Rio de Janeiro (3), Paraná (3), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (2), Acre (2), Minas Gerais (2), Espírito Santo (1), Rio Grande do Norte (1), Goiás (1), Distrito Federal (1) e Mato Grosso do Sul (1).

Quais são os sintomas da doença?

O  período de incubação do vírus, ou seja o intervalo entre a data do primeiro contato com o vírus até o início dos sintomas, é geralmente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

varíola do macaco
Crédito: Reprodução/CDCA transmissão pode ocorrer a partir do contato com as bolhas na pele de alguém contaminado

A infecção geralmente começa com sintomas parecidos com os da gripe, como febre e dor muscular, além dos linfonodos inchados. Depois disso, começam a aparecer erupções na pele do rosto e do corpo todo. Essas bolhas são dolorosas e cheias de líquido.

A maioria das pessoas se recupera, sem complicações, entre duas a quatro semanas.

Como a doença é transmitida?

De acordo com a OMS, a doença é transmitida pelo contato pele-a-pele, pode ocorrer também por meio de materiais contaminados, como roupas e lençóis ou por partículas da respiração.

Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais. Pesquisadores estão tentando entender isso.

Apesar de não haver essa confirmação, as autoridades de saúde do Reino Unido estão orientando, como precaução, que as pessoas diagnosticadas com a doença usem preservativos por 8 semanas após a infecção.

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